Prefeitura de São Paulo comunicou que não dará início ao programa habitacional criado em dezembro; política de uso de recursos do FUNDURB para construção habitacional foi aprovada pela Câmara Municipal

Pelo quarto ano consecutivo, a população sem-teto da cidade de São Paulo sofre com as consequências da ausência de uma política municipal de habitação popular. O cenário é ainda mais dramático com a pandemia da COVID-19, que já matou mais de 100 mil pessoas, sobretudo as mais pobres e sem moradia digna. Por isso, nesta quarta-feira, dia 26 de agosto, às 9h, a União dos Movimentos de Moradia (UMM-SP) se reúne em frente ao Teatro Municipal para uma caminhada que irá até a porta da Prefeitura de São Paulo, cobrando o andamento urgente do programa habitacional “Pode Entrar”.

LEIA CARTA ABERTA DA UNIÃO DOS MOVIMENTOS DE MORADIA – SÃO PAULO (UMM-SP):